• 28/12/2023

    Após ano de investimentos, Fumacense Alimentos inicia 2024 com boas expectativas

    Nos últimos 12 meses, indústria cerealista de Morro da Fumaça (SC) investiu no aprimoramento dos colaboradores e otimização dos processos fabris

    O ano de 2023 trouxe desafios para o setor arrozeiro como um todo e, por esse motivo, muitas indústrias apostaram no investimento em melhorias internas na busca por bons resultados. Como no caso da Fumacense Alimentos, detentora das marcas Kiarroz e RisoVita, que aproveitou os últimos 12 meses para investir em sua equipe e na adequação dos processos de produção. Assim, a cerealista catarinense inicia 2024 com expectativas positivas.

    Desta forma, segundo o diretor de Operações da Fumacense Alimentos, Jean Alexander Marquardt, o ano foi marcado pela constante busca de conhecimento da empresa - que possui matriz em Morro da Fumaça (SC) e outas duas unidades em Alegrete (RS) e Pombos (PE). "Considero que foi um ano de aprendizado em negociações e em aperfeiçoamento dos nossos processos fabris. Nesses 12 meses, tiramos como principal lição que devemos estar sempre preparados", afirma.

    Novas oportunidades

    Visando um ano positivo, a indústria cerealista reestruturou a área comercial da marca RisoVita, em Santa Catarina, além de projetar a expansão dos produtos de saudabilidade para o Rio Grande do Sul. "Outro aspecto significativo foi o suporte que temos agora com o Centro de Distribuição em São Paulo, que possibilitou a ativação do mercado do pequeno e médio varejo daquela região, uma vez que tornou nosso produto mais atrativo e com prazo de entrega mais ágil", pondera Marquardt.

    Além disso, o setor comercial da Fumacense Alimentos iniciou projetos de varejo nos estados do Rio Grande do Sul e São Paulo, com a Kiarroz, visando expandir a presença já existente da marca e fortalecer parcerias estratégicas.

    Lançamentos

    Na mesma linha de expansão, a indústria obteve um resultado positivo no que diz respeito à ampliação da variedade de SKU's, principalmente após a participação em maio, da maior feira de Alimentos e Bebidas da América Latina, a APAS SHOW. Ao longo do evento, a empresa lançou novos produtos nas marcas Kiarroz e RisoVita e trouxe novas embalagens para os já existentes.

    Investimentos

    Os investimentos foram realizados em todos os parques fabris, localizados em Morro da Fumaça (SC), Alegrete (RS) e Pombos (PE). A série de mudanças foi viabilizada com objetivo de aumentar a qualidade e quantidade dos produtos comercializados pelo negócio; melhorar o processo e ergonomia do carregamento de farelo de arroz; implantar o monitoramento em tempo real da produtividade das linhas de empacotamento e gestão; implementar o projeto de manutenção autônoma na planta; dentre outros tópicos que viessem a contribuir para um melhor desempenho da Fumacense Alimentos como um todo.

    Além dos equipamentos e processos, a indústria cerealista também investiu mais de 350 horas em treinamentos relacionados ao bem-estar e às normas de segurança dos colaboradores. "Temos claro que quem faz a diferença são as pessoas, por isso, investimos muito na equipe em 2023", explica o diretor de Operações.

    Certificação internacional

    A área de qualidade do negócio também se destacou em 2023, com a implantação de novas regras de Boas Práticas de Fabricação e progresso significativo no projeto de certificação internacional de segurança dos alimentos, atingindo mais da metade das ações planejadas para que a indústria receba a FSSC 22000.

    Compromisso sustentável

    Intrínseco ao seu DNA desde a criação da empresa em 1970, o compromisso sustentável da Fumacense não foi deixado de lado. Em 2023, a usina termelétrica própria da empresa – que utiliza a casca de arroz para prover energia elétrica para a matriz – gerou 3 mil MW/h, evitando a emissão de 2 mil toneladas de gás metano na atmosfera.

    "É gratificante ver que, além de buscarmos sempre o melhor para os nossos clientes, não deixamos de lado a nossa preocupação com o meio ambiente. Hoje não possuímos resíduos, pois as cinzas resultantes da queima são encaminhadas para empresas ceramistas, siderúrgicas e cimenteiras de Santa Catarina, São Paulo e Minas Gerais, a fim de que reutilizem em seus processos produtivos", destaca Marquardt.

     

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